
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Respostas de Umberto Eco aos leitores da TIME

domingo, 2 de dezembro de 2007
Revisitar 'Os Sopranos'

terça-feira, 27 de novembro de 2007
'PowerPoint Is Evil' e 'PowerPoint Makes You Dumb'

-Comentário
A utilização deste programa tem suscitado os mais diversos comentários do ponto de vista da sua eficácia.
O professor de comunicação, Edward Tufte, escreveu um texto 'PowerPoint is Evil', no qual se revela muito crítico em relação às potencialidades desta ferramenta. O 'PowerPoint' pode criar dependência malévola e Tufte serve-se metaforicamente do efeito das drogas para estabelecer a analogia com a utilização (abusiva) do programa. Eis a ideia, descodificada, do professor: imagine a prescrição de um medicamento que supostamente é 'vendido' para operar milagres. Mal e recorrentemente utilizado, em vez de produzir efeitos positivos, acaba por se tornar pernicioso.
Tufte chama a atenção não apenas para o seu 'consumo' generalizado mas também para a banalização do uso do PowerPoint e refere que a forma gráfica (layout) incorre no perigo de secundarizar os conteúdos. No passado, as apresentações eram realizadas com o apoio de retroprojectores, de uma forma mais simples e menos densa. Muitas vezes, os oradores socorrem-se do PowerPoint para 'embrulhar' as suas comunicações, escondendo as insuficiências dos discursos. É como se se embrulhasse com um papel muito bonito e vistoso uma caixa quase vazia.
Tufte é também muito crítico em relação ao poder que o PowerPoint exerce nas escolas. No fundo, o programa provoca um efeito dissuasor da leitura e da escrita, algo que não se pode nem deve dispensar na comunicação. A simplificação das apresentações pode constituir-se numa mais-valia para o orador, se este estiver preparado para passar toda a mensagem que pretende -- e não apenas uma parte.
Evitar a contradição segundo a qual a utilização de muitas palavras pode causar dispersão na audiência mas o inverso pode gerar, igualmente, a fraca percepção dos conteúdos apresentados é a 'chave' para o sucesso do PowerPoint.
Tufte sublinha o contraste que se pode estabelecer na utilização de tabelas gráficas para explicar uma temática. Socorre-se do exemplo de um estudo sobre o cancro para distinguir a boa da má utilização. A 'imagem' pode ser muito interessante, mas se os dados não forem introduzidos correctamente as conclusões podem ser desvirtuadas e isso é algo que o PowerPoint não deveria promover. As cores e o 'belo' dos grafismos não podem, em circunstância alguma, servir de manipulação dos dados que se têm para usar. A mensagem tem de ser clara, rigorosa e directa. De simples compreensão. Se for confusa, através do excesso de cores ou gráficos, isso pode causar impacto visual mas certamente é inibidor do entendimento da mensagem que se pretende passar. Para o professor de Yale, o PowerPoint pode ser utilizado eficazmente, consagrando o princípio do respeito integral pela audiência.
No artigo publicado, em Dezembro de 2003, no New York Times Magazine, Clive Thompson considera que o PowerPoint pode gerar a 'imbecilidade' entre as pessoas 'PowerPoint makes you dumb'. Dá o exemplo da leitura de um relatório apresentado pela NASA, relativamente às causas de um desastre ocorrido com um vaivém espacial, concluindo que o acidente se deveu não apenas a falhas de natureza técnica, mas também a erros cometidos pelos engenheiros através da má utilização do PowerPoint. Para Thompson, como se pode inferir, este 'software', utilizado indevidamente, é perigoso ao ponto de desencadear situações de altíssimo risco. A mais popular ferramenta de apresentação de comunicações conhecida do mundo, com cerca de 400 milhões de cópias em circulação, coloca a Thompson uma questão incontornável: 'E se o PowerPoint nos estiver a estupidificar?'
Obviamente, representantes oficiais da Microsoft, como Simon Marks, apresentam teses contrárias e criticam as abordagens de Edward Tufte ( a quem acusa de ser um adepto fervoroso da 'information density') e Clive Thompson. Argumenta que esta ferramenta vem sendo adoptada, inclusive, nas altas esferas do poder, dando como exemplo a importância que Collin Powell lhe atribuiu junto das Nações Unidas, a propósito da utilização de armas de destruição maciça pelo Iraque.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
A Dança de Palavras de Murakami
O primeiro parágrafo condensa todo o argumento na seguinte expressão: 'Passo a vida a sonhar com o Hotel Golfinho'. Este é o ponto de partida do protagonista até à cidade de Sapporo, onde procura encontrar razão para os sonhos que o perseguem, encarnados na figura da mulher que o abandonou.
Os universos do escritor revelam-se inesgotáveis ao virar de cada página, e continuam a surpreender aqueles que habituou a uma escrita rica em imagens e metáforas. As personagens passeiam-se pelo mundo do fantástico, de matriz kafkiana, muito ao jeito de Murakami.
A salientar o facto deste livro, chegado agora a Portugal, ser datado de 1988, permanecendo muito actual na percepção de uma sociedade pautada por valores ligados ao poder, dinheiro e fama.
A primeira abordagem de Haruki Murakami à língua de Camões deu-se com 'Norwegian Wood'; seguiu-se o maravilhoso 'Kafka À Beira-Mar', e, depois, grandes sucessos como: 'Crónica do Pássaro de Corda','Sputnik, Meu Amor'(imperdivél)e 'Em Busca do Carneiro Selvagem'. Todos os títulos são um convite à leitura de um dos maiores escritores contemporâneos. A não perder.
domingo, 18 de novembro de 2007
Blogosfera Portuguesa em Actividade

quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Texto de David Weinberg 'What the Web is For'

-Comentário
Qual a relação que os indivíduos estabelecem com a tecnologia? Eis a questão a que David Weinberger procura responder em 'What the Web is for?'.
O autor apresenta uma ideia dicotómica entre o 'mundo físico' e a Web, a qual possibilita 'uma nova forma de estar ligados'. Para fundamentar este paradigma são apresentados vários exemplos: e-mails,´chats' e 'messenger'. Salienta também o facto de 'nada ter provocado tanta agitação como o aparecimento da Internet'.
O professor de filosofia, David Wienberg, aborda o tema da interacção dos indivíduos e revela outra característica positivista ao mencionar que este meio de comunicação promotor de mudança pode transformar o ser em melhor humano. A Web cria aproximação ao contrário do que acontece no 'mundo físico', que apresenta complexas barreiras físicas e sociais a promover esse afastamento. O autor defende ainda que 'os indivíduos são entendidos como tal, devido ao facto de se interligarem' e a Web permite isso mesmo, aproximando os seres humanos, tornando-os melhores, através da partilha de gostos e afinidades. É um passo de gigante em direcção à modernidade, uma vez que, antigamente, a aproximação entre os indivíduos estabelecia-se, limitadamente, através dos telefones, substituídos massivamente pelos telemóveis, símbolos importantes de portabilidade. Para Dominique Wolton, basta observar a escravidão que já constitui o telefone móvel para compreender a alienação do estar em 'rede'. Weinberg reconhece que as tecnologias vieram alterar as sociedades, mas o que havia no passado continua a existir. Defende a Internet como ponto de encontro de interesses, sendo esses mesmo interesses o ponto de ligação ao contrário do 'mundo físico', no qual, as barreiras físicas limitam o contacto. Com esta exposição entende-se a sua 'Abordagem Interactivista', mostrando uma vez mais proximidade de pensamento a Manuel Castells, defensor desta corrente ideológica entre os anos noventa e o começo do século XX. Quais os pressupostos da Abordagem Interactivista? A tecnologia acha-se como causa e consequência. Não faz sentido, por isso, a pergunta quem transforma o quê? Não faz sentido perguntar se a tecnologia transforma a sociedade do Determinismo Tecnológico de Dominique Wolton, ou se é a sociedade a desencadear a eclosão da tecnologia -- o chamado Construtivismo, corrente de pensamento desenvolvida entre os anos 70 e 80. Manuel Castells advoga que existe é uma relação gradativa e dialéctica entre sociedade e tecnologia ('É claro que a tecnologia não determina a sociedade, nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica'), alertando para o facto das funções atribuídas à rede virtual, não como um meio de substituição, mas como outro modo de acesso ('as comunidades virtuais não têm de ser opostas às comunidades físicas:são diferentes(...) com regras e dinâmicas específicas...').
A Web é um sistema de comunicação, mas é também um potente instrumento de informação, que para o escritor 'fornece mais uma alternativa'. O investigador Derrick de Kerckhove também apologista desta corrente salienta no seu livro A pele da Cultura que, 'no caso da utilização da rede, o utilizador procura a informação que mais lhe interessa'. O fundamental para esta teoria que estabelece uma ponte entre o Determinismo Tecnológico e o Construtivismo é ter acesso e poder interagir. E para ter impacto é necessário democratizar a massificação através do envolvimento do maior número de indivíduos para que se desenvolva. Pelo contrário, Dominique Wolton apresenta resistências à mudança ao defender que 'não há nada de mais perigoso' do que atribuir-se à Web um grande poder de 'aproximação entre os homens'. Não aceita a influência da tecnologia na sociedade.
Em síntese, a tese defendida por Kranzberg, também partilhada por Manuel Castells, segundo a qual 'a tecnologia não é boa nem é má, mas também não é neutra' assenta no princípio de que o sistema é virtuoso mas está dependente da natureza da sua utilização. A sociedade tem de estar preparada e dar respostas a esta forma de organização social.
Quem não apanhar o 'comboio do progresso' ficará apeado e terá muitas dificuldades em acompanhar o ritmo deste mundo (físico e virtual) em permanente mutação. Basta atentar no discurso do actual primeiro-ministro, José Sócrates, que coloca as 'novas tecnologias' na primeira linha das suas intervenções. Há uma diferença, contudo, entre os processos de intenção e a realidade, porque em muitos lugares do País não há sequer computadores quanto mais hábitos de intercomunicação através da Rede.
domingo, 11 de novembro de 2007
As vendas na Rede

sexta-feira, 9 de novembro de 2007
The Final Cut - A Invasão da Privacidade

O filme, «The Final Cut», leva-nos a viajar pelos universos da invasão de privacidade, importância das tecnologias de informação no relacionamento inter-pessoal, evolução da ciência e resultados da influência da imortalização do ser humano através da imagem. A montagem das memórias pessoais, através da escolha de momentos felizes, e postura socialmente correcta, serve de absolvição social. A imagem que fica para sempre é idealizada por um editor (Robin Williams), no sentido de perpetuar vidas repletas de (falsa) felicidade. Porém, o 'delete' da guilhotina não alcança a mente daqueles que, directamente, sofreram com esses actos. O editor que carrega uma culpa do passado, ao descobrir-se 'chipado' , tenta a todo o custo tirar dúvidas que o atormentam, em relação a um acontecimento de infância. Quando está a trabalhar na última edição, desencadeia-se uma série de acontecimentos que resultam na sua morte.
A implementação desta tecnologia (no futuro) não ajudaria no tratamento de sentimentos de culpa, e pelo menos até aos 21 anos -- idade a partir da qual o indivíduo passa a ter conhecimento que vive com um chip dentro da sua cabeça -- toda a vivência decorreria do mesmo modo. A questão reside na legitimidade deste processo e nas várias invasões de privacidade que suscitam. A escolha dos pais e a posterior escolha do editor. Será aceitável os pais decidirem pelos filhos, algo que pode alterar completamente a forma de estar, ser e viver de um indivíduo? Um dos grandes legados do ser humano é o relacionamento e comportamento com outros que, independentemente de passarem por uma compilação de memórias num determinado sentido, viverão para sempre no interior daqueles com os quais estebelecem relacionamentos. Exemplo disso é a menina a quem tentam convencer da honorabilidade do pai e não é essa a imagem que guarda desse homem. Ainda relacionado com as questões éticas da privacidade, surge desde o início do filme a ideia do simples 'direito de não ser lembrado'. Afinal, existe ou não o direito de não querer ser lembrado após a morte? O ser humano é como uma borboleta que bate as suas asas numa cadência sempre desigual. A interacção dos indivíduos corresponde a diferentes tipos de dinâmicas comportamentais desenvolvidas durante a vida e ninguém será recordado da mesma maneira. O direito à individualidade deve ser mantido -- e não imposto.
A 'falta de privacidade' dos 'visionados' que têm o direito de não ser filmados e os tipos de relacionamentos desenvolvidos poderiam sofrer alterações, de acordo com a (não) implantação do 'microchip'. Os comportamentos deixariam de ter um carácter espontanêo e assim se perderia uma das maiores riquezas do ser humano. Tudo pensado. As sociedades passariam a ser estados policiais. Tudo controlado. A revolta contra esta prática surge no filme através de um grupo 'anti-Zoe' e dos seus protestos em cartazes com a seguinte mesagem: 'remember yourself', com a qual reivindicam o direito a não ser lembrado depois do corte final. As tatuagens que apresentam são uma forma de reivindicação, que os torna excluídos de uma sociedade onde esta acção é comum.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Nascimento da Comunidade Virtual

-Considerações
Após criação do blog, a construção da comunidade virtual tratou-se de uma experiência muito interessante porque permitiu reunir um conjunto de individuos num mundo paralelo ao físico, sem a dificuldade subjacente à marcação de encontros reais para debater uma qualquer temática. Não é de hoje a dificuldade em definir o conceito de comunidade. Em primeira análise, parece ser o conjunto daqueles que partilham ou têm algo em comum (crenças, gostos, interesses, ideologias), mas, para além disso, vive da realidade simbólica atribuida pelas emoções do(s) seu(s) criador(es). É um espaço de interacção. Esclarecem-se dúvidas, trocam-se opiniões. Apesar da escolha do tema ter recaído sobre um problema comum a todas as sociedades, não foi possível mobilizar muitos indivíduos. A sensação que se colhe é a de que cada vez é mais difícil a mobilização de pessoas para questões de natureza social, como a pobreza. Talvez a culpa sejadeste tempo em que vivemos. Percebi que o tema pobreza não disperta interesse. A (i)mobilização foi a grande dificuldade encontrada. Estamos sempre dependentes das necessidades básicas que o mundo físico nos oferece, mas temos outros níveis de necessidades (realização e pertença) que podem ser fornecidas pelas comunidades virtuais. Pela fraca adesão da comunidade estudantil académica a esta comunidade virtual- Stopobreza- percebi que este tema não se traduz nem em realização nem em pertença. A missão foi cumprida. Mobilizei-me na concepção da comunidade virtual e tentei promover o debate junto daqueles que se me juntaram na troca de opiniões e ideias sobre o assunto. Se o prazo de validade da comunidade não estivesse a expirar continuaria a investir na sua construção em busca de novos membros interessados na minha causa.
domingo, 28 de outubro de 2007
Quanto pesa o seu QI?

sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Como Enriquecer pela Internet

sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Ela(s) e as letras

Este é um ano de literatura assinada no feminino.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
O Prémio de Doris

sábado, 13 de outubro de 2007
Um Nobel Nada Inconveniente

sexta-feira, 12 de outubro de 2007
O que é para si interactividade?
A interactividade define-nos como espécie. Para existir definição do indivíduo como ser humano a nível psicológico é necessário que haja interacção com outro indivíduo.
No mundo digital, pode entnder-se como o intercâmbio do indivíduo com o computador.
Que esforço, comparado com outros tipos de comunicação, pensa que a comunicação digital requer?
Existem diferentes variáveis que contribuem para um maior ou menor esforço no manuseamento da comunicação digital. É um teorema que depende do utilizador (idade, meio geográfico e meio social); suporte utilizado (complexidade dos meios). Exige competências técnicas e cognitivas que permitem filtragem da informação. Depende também do produtor (capacidade de desmultiplicação para vários públicos-alvo traz um acréscimo de esforço). Por outro lado é mais rápido, mais cómodo e implica menos esforço.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Texto de Steve Johnson: 'Tudo o que é mau faz bem'

É o indivíduo a definir o meio ou é o meio a definir o indivíduo? O ser humano é, afinal, o resultado da soma dos vários meios; o conjunto de impactos que se lhes afigura. O escritor observa as características desse meio como uma mensagem. Basta atentar que um desses meios estabelece um espectador passivo (TV) e o outro gera um espectador activo (Internet). Por outras palavras: pode estar a ser transmitido simultaneamente o mesmo tipo de produto na televisão e na Internet - e a interacção é, objectivamente, diferente. O meio, nas suas diferentes formas, não surge do nada, é sempre uma reinvenção de outro meio. Para melhor compreensão pode-se utilizar o exemplo do telégrafo (do grego, escrever à distância) no seu tempo - a Internet do século XXI. Tudo o que é novo é velho. A permanente modernização das tecnologias fazem com que cada descoberta seja ultrapassada rapidamente por uma nova descoberta. Os exemplos dos gadgets são paradigmáticos. Hoje sai um modelo aparentemente com todas as componentes tecnológicas capazes de servir os utilizadores. No dia seguinte, esse objecto pode parecer ultrapassado. É a velocidade imposta pela reinvenção das novas tecnologias, o que corresponde à evolução das actuais sociedades.
Nas Leis da Tecnologia, Krowzerg argumentou que 'tecnologias não são boas, nem são más, mas também não são neutras'. E porquê? Porque causam impactos no indivíduo. Não se trata de uma avaliação qualitativa, mas da interferência operada no quotidiano de cada um. Na sua reflexão, Jonhson chama a atenção para um dado interessante: 'aquilo que quase nunca ouvimos nas descrições das principais publicações, é que os jogos são terrivelmente, às vezes loucamente, difíceis'. O meio atrai um conjunto de características que permitem aperfeiçõar múltiplos saberes. Perde-se competências, mas ganha-se outras - como a interacção em massa. No século XXI são necessárias novas competências porque elas estão presentes em permanência nas sociedades. É importante acompanhá-las, sob o risco de se perder o comboio do progresso, e para isso é preciso desligar a corrente das condicionantes questões históricas. Ao privar-se as crianças da conquista destas novas competências, adquiridas, por exemplo, com os jogos, está-se a perder uma oportunidade de as deixar aguçar os sentidos. Há espaço para os jogos e para a literatura. É imperativo saber administrá-lo.
domingo, 7 de outubro de 2007
Philip Roth
Como leitora recomendo: A Mancha Humana (considerado o best-seller do escritor), Animal Selvagem e o seu último livro publicado, a que deu o título de Todo-o-Mundo. Vale a pena deixarmo-nos seduzir por estas páginas que abordam temas universais.O ponto de encontro entre a felicidade e os tormentos (íntimos) da Humanidade.O olhar para dentro da complexidade das relações humanas. Para os mais curiosos, segue-se excerto de entrevista a um dos maiores escritores americanos da actualidade. Enjoy it!
A origem

É inspirado num livro de Phillip Roth com o mesmo nome. A loja do pai da estrela maior deste romance, denominada «Joalharia de Todo-o Mundo» serviu de mote ao baptismo deste blogue, que assume a forma de uma Arca de Noé. Também suscita questões do mundo digital abordadas nas aulas da respectiva disciplina.
Outros universos surgem em forma de pensamento, crítica ou sugestão.
A escolha do verde como mancha predominante é uma forma de prestar homenagem ao planeta de Todo-o-Mundo. Como dizia Hegel, 'a relação imediata é a do todo e das partes' que devemos preservar na casa de todos nós.